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A importância da aparência externa da sua farmácia
12 mai '16

Imagem: © WavebreakMediaMicro

Os aspectos externos da loja provocam um forte impacto na imagem do estabelecimento – e devem ser planejados cuidadosamente para atrair o consumidor. Os aspectos externos determinam a impressão que a comunidade tem sobre a empresa, influenciando a percepção sobre qualidade, atendimento e o tipo de loja. Por meio de aspectos como visibilidade, tamanho, estilo arquitetônico, cores, conservação da pintura, materiais de acabamento da fachada, comunicação visual externa e vitrines, o seu estabelecimento projeta uma imagem e cria um conceito na mente das pessoas antes mesmo de conhecerem você e o que você oferece.

A partir desses aspectos, as pessoas vão construindo conceitos desejáveis por você ou não – entre os quais: sofisticado ou popular, conservador ou jovem, uma grande loja de descontos, ou uma loja alegre e de sucesso. Ou, na pior das hipóteses, uma loja que pode ser interpretada como triste, decadente, com produtos de baixa qualidade e ultrapassados.

Como bem diz a sabedoria popular, a aparência não é tudo. Mas que ajuda a faturar mais, isso ajuda. Estudo do Sebrae-SP mostra que a loja organizada e com visual bem cuidado aumenta suas vendas entre 12% e 40%. E, para quem pensa que dar uma repaginada no estabelecimento requer grandes gastos, aí vai a boa notícia: com baixo investimento também é possível fazer mudanças e em alguns casos basta rearrumar o local.

A necessidade do que deve ser alterado ou reformado varia conforme o grau de organização da loja. A fachada é o primeiro contato do consumidor com o estabelecimento. É ela que envia a mensagem inicial para o público, convidando-o a se aproximar (ou não). Por isso, deve ser pintada periodicamente e a escolha de cores, luminosos e letreiros precisa ser feita com critério, sem excessos. Também deve informar claramente a natureza e estilo do negócio.

Assim como a fachada, a vitrine é outro elemento de enorme importância na comunicação com o cliente. Precisa ser renovada constantemente – e nada de colocar nela tudo o que a loja vende, poluindo o espaço. A ideia é mostrar o que o estabelecimento tem de melhor, pois haverá poucos segundos para cativar a atenção de quem passa.

Se fachada e vitrine são o cartão de visita, o interior também merece todo o cuidado. A boa iluminação torna o ambiente aconchegante sem abafá-lo nem distorcer cores, valorizando o local e os produtos expostos. Estes precisam estar organizados de modo que permitam ao cliente saber de toda a variedade oferecida, e encontrá-los pelo tipo, marca, tamanho, sabor, etc.

Loja em que o cliente não consegue ver direito o que é vendido faz gol contra logo de cara. Os móveis não podem ocupar mais da metade do espaço e tampouco representar obstáculos para que as mercadorias sejam observadas e para a circulação no local. Não há dúvida de que um ponto de venda bem montado agrada mais. O varejista que pensa que basta ter preço e produto e não cuida da aparência de seu negócio perde a oportunidade de chamar a atenção do público e, consequentemente, deixa de ganhar dinheiro.

É bom lembrar ainda que, independentemente do tipo de estabelecimento, minimizar a importância da apresentação externa da loja é um grande equívoco. Os clientes novos são cada vez menos frequentes, os clientes antigos vão se afastando aos poucos e, antes que o caixa apresente mais dificuldades, veja se não é o caso de promover melhorias na aparência do seu negócio. Devido à concorrência cada vez mais acirrada, uma fachada e apresentação externa bem desenvolvidas podem significar uma substancial vantagem competitiva, pois são elementos que determinam não apenas a capacidade de atrair novos clientes, mas também são fatores relevantes para reter os consumidores atuais, sem falar na maior satisfação e motivação que ocorre entre os empreendedores e colaboradores.

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