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A nova fase da ABCFARMA
11 set '18

Foto: © Fotolia

A ABCFARMA é uma entidade civil, fundada no dia 30 de outubro de 1959.

Os líderes do setor varejista de medicamentos frequentemente se reuniam em encontros regionais programados por sindicatos e associações, para discutirem sobre o funcionamento das farmácias – e esse congraçamento alcançava também os demais setores do segmento farma, como indústrias, distribuidoras, cursos de técnicos em Farmácia e professores de faculdades de Ciências Farmacêuticas.

Mas o principal foco desses encontros era o de rever amigos e seus familiares. Em um memorável encontro na cidade do Rio de Janeiro, coordenado pelos líderes do comércio farmacêutico, foi apresentada a tese de que deveria ser criada uma entidade específica para tratar dos interesses das empresas denominadas de farmácia.

Foi nesse encontro que, após várias propostas, os 236 presentes aprovaram a fundação de uma Associação.

O segundo encontro foi realizado na cidade de Vitória, Espírito Santo, onde foi aprovado o primeiro Estatuto da ABCFARMA.

Art. 1º - A Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico, fundada em 30 de outubro de 1959, em caráter provisório, no Rio de Janeiro, e, em caráter definitivo a 23 de julho de 1960, em Vitória, Espírito Santo, para fins de orientação, coordenação, proteção, defesa, representação, aglutinação e congraçamento dos proprietários de farmácias de todo o Brasil, com sede e foro provisoriamente no Estado da Guanabara e base territorial em todo o país, reger-se-á pelos presentes Estatutos.

Art. 2º - São prerrogativas da Associação:

a) Representar perante as autoridades administrativas e judiciárias do país os interesses do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos e de seus profissionais

b) Patrocinar e superintender a realização de convenções de classe

c) Criar em cada capital de Estado uma Delegacia Regional com as mesmas prerrogativas da entidade nacional, a ela filiada e com titular nomeado pela Diretoria da ABCFARMA.

A ABCFARMA FOI SEDIADA na cidade do Rio de Janeiro até 1973, mas por algum tempo esteve inativa.

Nesse ano, na condição de vice-presidente, convoquei uma reunião que contou com as presenças dos fundadores e demais lideranças. Proposto por várias lideranças, meu nome foi aprovado para presidir a entidade.

Aceitei a incumbência, mas com a exigência de que a ABCFARMA fosse transferida para São Paulo - o que foi aprovado.

O acervo da entidade era a ata da fundação e o livro com assinatura dos presentes. Nessa época tínhamos força política no Congresso Nacional e conseguimos aprovar a Lei nº 5.991 e também a denominação de Drogaria para as farmácias que funcionavam sem laboratório para manipulação de fórmulas, bem como normas para o comércio varejista de medicamentos, produtos correlatos e dispensação exclusiva de medicamentos pelas farmácias e drogarias.

Abrimos um capítulo para produtos homeopáticos e, como na época havia escassez de farmacêuticos, criamos o provisionamento para os profissionais que tinham completado o curso Técnico em Farmácia.

Atualmente a ABCFARMA conta com sede própria e edita a revista que leva o mesmo nome da entidade. Pelos trabalhos que realiza, é reconhecida pelo Congresso Nacional, autoridades, Anvisa, Secretarias da Fazenda dos Estados, e outras entidades e órgãos públicos, como legítima representante do setor varejista de medicamentos.

Após algum tempo em que a administração esteve acomodada, achei que precisávamos mudar radicalmente nosso modelo de gestão.

Contratamos Felício De Rosa Neto, um gestor com grande experiência em empresas multinacionais, que deu início a essa transformação.

Estou muito satisfeito com os resultados - e nosso objetivo é continuar com as inovações que estão ocorrendo.

Para isso, contamos com a equipe capitaneada por Felício De Rosa Neto.

Pedro Zidoi Sdoia
Presidente

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