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Disfunção erétil. Tem remédio
05 jun '17

Foto: © sxc

Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia, a disfunção erétil, popularmente conhecida como impotência sexual, atinge mais de 50% dos homens acima dos 40 anos.

E são várias as causas desencadeadoras dessa disfunção: emocionais, orgânicas ou mistas, uma mistura dos dois fatores. De acordo com a SBU, a maioria dos casos patológicos está relacionado ao elevado nível de hemoglobina glicosilada (HbA1c) no organismo, fator associado ao diabetes e também ao colesterol elevado. Mas, além de medicamentos para combater especificamente essas duas condições – como as estatinas e as metforminas – o homem conta hoje com eficientes aliados farmacológicos para melhorar seu desempenho. A tadalafila é um deles.

Aprovado em 2003 pelo FDA (Food and Drugs Administration), órgão americano responsável pelo controle e liberação de medicamentos, e regulamentada para uso terapêutico aqui no Brasil em 2010, este composto se junta à sildenafila e à vardenafila como as principais drogas para o combate efetivo da impotência sexual masculina. Esses medicamentos são inibidores da enzima fosfodiesterase tipo 5, presente no pênis, e colaboram com o relaxamento da musculatura lisa do corpo cavernoso peniano, parte importante do processo da ereção.Mas, ao contrário de seus dois principais concorrentes, a tadalafila pode ser consumida de forma contínua, seja em comprimido ou Spray Sublingual, por pacientes em tratamento da disfunção erétil, desde que acompanhados por um médico. Isso é possível sobretudo por conta de sua versão de 5 miligramas, que pode ser tomada diariamente, sem causar efeitos colaterais importantes ao organismo.

A tadalafila tem uma meia-vida de maior duração, proporcionando efeito prolongado, que pode durar até 36 horas – eliminando-se a necessidade de o homem precisar tomar o remédio momentos antes de se envolver numa relação sexual. Um dos efeitos da tadalafila é aumentar o fluxo sanguíneo peniano. E, ao colaborar com a vasodilatação, a tadalafila também ajuda a melhorar o fluxo nas artérias e contribui para a redução do processo inflamatório, atacando as placas e reduzindo as chances de doenças como a arteriosclerose.


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