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Garantia de emprego
10 jan '17

Foto: © Fotolia

O ensino profissionalizante deveria fazer parte da formação de profissionais de qualquer ramo de empresa.

Quando as pessoas são atendidas por profissionais capacitados, recebem informações convincentes, de forma que demonstra o domínio de conhecimentos.

As estatísticas do final de 2016 apontam para um número dramático de desempregados, acima de doze milhões de brasileiros.

Se analisarmos quem são eles, o resultado nos deixará uma lição.

Boa parte dos candidatos que perambulam pelo mercado com seus currículos não é contratada por não estarem preparados para a função.

Alguns precisam trabalhar, mas são limitados – pois não têm formação e não oferecem opções de polivalência. São apenas candidatos na fila por um emprego.

Ao analisar o CV dos candidatos, o empreendedor ou o profissional de RH vai descartando os candidatos que aparentemente não oferecerão retorno às necessidades do cargo.

O trabalhador quer desesperadamente o emprego, mas, se não tem um curso de qualificação para seu desenvolvimento profisssional, não despertará interesse das empresas.

Geralmente, o profissional vai concorrer com outros candidatos. E o empreendedor não quer apenas mais um. Seu critério de escolha sempre dá preferência ao candidato que demonstra maior capacitação.

O próprio candidato, ao se apresentar a uma empresa, não tem como objetivo de vida ficar parado no tempo – também dá preferência a empresas que oferecem oportunidades e condições de aprimorar suas competências.

As empresas são responsáveis por criar momentos agradáveis a seus trabalhadores e também colaborar para que estes participem de cursos que tragam benefícios para ambos.

Isso traz resultados que se traduzirão na maior satisfação dos clientes.

E, sem dúvida, na realização do profissional – junto à empresa em que trabalha e no seio de sua família.

Pedro Zidoi Sdoia - Presidente

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