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Muito além do medicamento
08 mai '17

Foto: Fotolia

Costuma-se dizer que o ano para os brasileiros começa após o Carnaval. Mas na ABCFARMA esse pensamento não pertence à realidade cotidiana – começamos a trabalhar logo nos primeiros momentos do novo ano. E autoridades do governo federal e da Justiça também estão no rumo certo para melhorar este país – na economia e na ética.

Aumenta-se o cerco aos que dilapidaram o patrimônio publico. A cada dia que passa, há mais provas capazes de condená-los.

Não é o juiz Sergio Fernando Moro o causador de tanto desconforto para os que têm sido enquadrados nos processos de apuração dos grandes escândalos nacionais. Mas os próprios réus.

Foram anos de má administração do dinheiro publico – que, em última análise, é a causa maior de problemas que hoje penalizam trabalhadores e empreendedores brasileiros.

As reformas que estão sendo apresentadas no Congresso Nacional são necessárias para que, aos poucos, o país possa voltar à normalidade.

Levando em conta que o setor que a ABCFARMA representa está apresentando um desempenho à margem da crise que se instalou no país, eram necessárias ações preventivas para resguardar o segmento – e a satisfação dos pacientes que, nas farmácias e drogarias, encontram um lugar para o restabelecimento de sua saúde.

Todos os lideres do varejo de medicamentos, em todos os estados, têm procurado soluções para as empresas que estão sob sua responsabilidade. E alguns já estão obtendo resultados.

Exemplos são muitos, mas citarei o trabalho de Sergio De Giacometti, que recentemente obteve ganho de causa na Justiça (ver notícia nesta revista) na região do Meio-Oeste.

O mercado de medicamentos precisa sempre de muita atenção, porque pessoas que não conhecem a importância do segmento ainda julgam ser um comércio comum. A realidade é bem diferente.

Só quando uma pessoa contrai doença grave e precisa de medicamentos que ela encontrará na esquina de sua casa, é que fica ciente da importância da farmácia.

É o elo final de uma cadeia que começa com o profissional que examina o doente e prescreve o tratamento, prossegue com a força de trabalho que fabrica os medicamentos e culmina com os balconistas ou farmacêuticos que entregam os produtos prescritos.

O setor varejista vai além da simples venda do medicamento - quando solicitado, tira dúvidas, transmite instruções que aumentam a segurança da receita e dá qualquer outra informação desejada.

Com a saúde restabelecida, é preciso agradecer aos muitos anônimos que trabalharam para o êxito do tratamento farmacológico - eliminando a aflição do mal e dores que estava acometido.

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