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Osteoartrite. Soluções para aliviar a dor
04 ago '18

Foto: © Taras_Muroslavovuch

Osteoartrite, osteoartrose, doença articular degenerativa ou simplesmente artrose. São muitos os nomes – mas o quadro de dor e incômodo é o mesmo, e pode ser incapacitante.

No conjunto das doenças agrupadas sob a designação de “reumatismos”, a osteoartrite é a mais frequente, representando cerca de 30 a 40% das consultas em ambulatórios de Reumatologia. Além disso, sua importância pode ser demonstrada através dos dados da Previdência Social no Brasil, pois é responsável por 7,5% de todos os afastamentos do trabalho e a quarta a determinar aposentadoria (6,2%). Não há cura, mas sim alívio – através de meios preventivos e terapias farmacológicas.

A osteoartrite tem certa preferência pelas mulheres. Há localizações da doença que ocorrem mais no sexo feminino – como mãos e joelhos. Outras no masculino, como a da articulação coxofemoral (do fêmur com a bacia). Ela aumenta com o passar dos anos, sendo pouco comum antes dos 40 e mais frequente após os 60. Na faixa dos 75 anos, 85% das pessoas têm evidência radiológica ou clínica da doença, mas somente 30 a 50% dos indivíduos com alterações observadas nas radiografias queixam-se de dor crônica. De modo geral, independentemente do sexo e da localização, a osteoartrite é uma doença que se caracteriza pelo desgaste da cartilagem articular e por alterações ósseas, entre elas os osteófitos, que, quando visíveis nas vértebras da coluna, são vulgarmente denominados “bicos de papagaio”.

Causas

Há causas conhecidas, como hereditariedade e sedentarismo, e não conhecidas. Certamente, exercícios funcionais que trabalhem a região das “juntas” são fundamentais na tentativa de prevenção ou retardo da osteoartrose. Mas não se deve fazer simplesmente exercícios – e sim os exercícios adequados e que deverão ser corretamente executados. De qualquer forma, a atividade funcional de uma junta é fundamental para a saúde. E, por outro lado, posturas exigidas por determinadas atividades podem ser a raiz do problema. São exemplos de profissões que podem levar à osteoartrite: trabalhadores da indústria têxtil, que têm maior prevalência de nodosidades nas pontas dos dedos das mãos, e agricultores que têm com frequência artrose da junta coxofemoral. Atletas de elite estão em alto risco de desenvolvimento posterior de artrose nas juntas que recebem carga – Pelé, hoje confinado à cadeira de rodas, é um caso famoso.

O que é possível fazer para melhorar a dor?

A redução preventiva do peso corporal faz diminuir a incidência de artrite de joelhos. Nos casos já instalados, perder peso é indicação importantíssima do tratamento. Por menor que seja a redução, haverá sempre um benefício. Outra medida possível é utilizar substâncias que sejam capazes de reduzir a inflamação da cartilagem e desacelerar sua degradação. O colágeno não-hidrolisado é um suplemento de colágeno em forma de cápsulas, que tem sua ação na redução da inflamação e da degradação da cartilagem.

Vários estudos demonstraram que, após a ingestão de uma cápsula por dia do colágeno não-hidrolisado, os pacientes apresentaram melhora da dor e da mobilidade da articulação, permitindo a retomada das suas atividades do dia-a-dia. Mais importante, o colágeno não-hidrolisado é um suplemento seguro, de fácil posologia, e livre dos efeitos colaterais que costumam ocorrer com os anti-inflamatórios tradicionais.

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