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Uma força no envelhecimento
05 jun '17

Foto: © eter Atkins

No século 20, as populações de países desenvolvidos tiveram aumento de 30 a 40 anos na expectativa de vida - produto de avanços científicos e tecnológicos, bem como melhorias nas condições sanitárias. Esta nova era apresenta um novo desafio: as doenças crônicas, que precisam de cuidados permanentes – como diabetes, hipertensão, depressão e osteoartrose. É o preço de se viver mais. Mas os problemas desse quadro podem ser reduzidos com medidas preventivas ou corretivas.

Atualmente, as doenças crônicas são responsáveis por cerca de 60% do ônus decorrente de todas as doenças no mundo – e acredita-se que em 2020 responderão por 80% das doenças em países em desenvolvimento. Essas mudanças causam impacto em níveis individuais, sociais e econômicos. O indivíduo necessitará alterar hábitos de vida e, muitas vezes, aderir a tratamentos medicamentosos, além de conviver com a incapacidade, se o controle da patologia não tiver sucesso. Há grande impacto econômico causado não só pelos custos diretamente relacionados ao tratamento de saúde, como também por aqueles derivados da diminuição da força laboral devida a óbitos, incapacidade e perda de produtividade.

O lugar comum na luta pelo controle das doenças crônicas é a prevenção, primária ou secundária. Quando as condições crônicas são mal gerenciadas, os encargos de saúde tornam-se excessivos, tanto para o governo, quanto para os familiares e para a sociedade em geral. Há dados objetivos na literatura médica sobre os benefícios da prevenção que justificam mudanças em qualquer altura da vida. Os tratamentos propostos devem ser adequados a cada indivíduo.

Além das terapias medicamentosas de praxe, aportes de outras substâncias naturais podem ser muito úteis. O colágeno, por exemplo, é uma proteína que dá estrutura, firmeza e elasticidade à pele. Ela é produzida naturalmente pelo corpo, mas também pode ser encontrada em alimentos como carne e gelatina, em cremes hidratantes – ou suplementos alimentares em cápsulas ou pó. Essa proteína é muito importante para manter as células firmes e unidas – é importante não apenas para a pele, como também para a integridade dos músculos, ligamentos, tendões e articulações. Aí vêm seus benefícios para a terceira idade.

A partir dos 50 anos de idade, ocorre uma redução drástica na produção de colágeno – o que, ao longo do tempo, além de levar a uma aparência cada vez mais envelhecida, afeta a saúde das articulações e dos ligamentos, elementos fundamentais na manutenção do vigor físico no processo de envelhecimento. A reposição do colágeno perdido é, portanto, uma das medidas preventivas mais eficientes no caminho da terceira idade.

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